Havia um dia em que a mente tentava provar de todas as maneiras que ela era a única rainha em um mundo habitado por uma única alma. =)
Estou com problemas de vícios. Acho que é coisa séria mesmo. Já fui viciada em comprar maria-chiquinhas para o cabelo. Teve um dia que saí de casa cedo, fui ao centro de Guarulhos e me enfiei no meio de uma meia dúzia de mães alvoroçadas em achar a chuquinha perfeita para a filhinha de 5 anos. Maria-chiquinha de elefante, bonequinha, dadinhos, morangos, bichos estranhos, joaninhas, borboletas, cheio de folhas caindo, imitando cachoeira, balas, carrinhos, cheeeeeeio de purpurinas... Elásticos para cabelo. Palitos japoneses (para cabelo). Piranhas coloridas. Bico de pato prata. Enfeites viúvos (aqueles que deveriam vir com um parzinho, mas só vendem "unidades separadas"). Arquinhos (atual tiaras). Piranhiquinhas. Enchi uma sacolinha de troços para o cabelo e fui pegar o ônibus, feliz da vida, como uma criança quando ganha doce. Hoje tá tudo espalhado pelo meu guarda-roupa. Ou melhor: o que sobrou da tal sacolinha de troços, pq a maioria eu não sei onde fui perdendo. Hoje estou sempre com pressa, amarro o cabelo com a primeira coisa que achar na frente.
Daí veio o vício a maquiagem. Blush de tonalidades rosa. Demaquilante. Sombra preta, prata, rosa, verde, marrom, azul... Rímel. Demaquilante. Lápis preto e marrom. Demaquilante. Pó facial e pó compacto. Sombra compacta. Demaquilante. Percebeu a quantidade de demaquilante que eu utilizei? Eu ficava horas e horas em frente ao espelho treinando minhas maquiagens. Daí, toma-lhe litros de demaquilante para limpar tudo depois.
Já tive várias fases de vícios. Vários produtos entraram para o rol de consumismo desenfreado conduzido por uma psicose adicta de colecionar o mais precioso bem da temporada Ingridiana. DVD's. Papel de carta (esse faz teeeeeempo). Desenhos de flores. Tintas e produtos de artesanato. Meias. Bijouterias. Esmaltes. Toalhas. Havaianas.
Lembrei disso tudo ontem, durante uma festa de aniversário muito boa. Estava um pouco reticente no começo, não queria tomar cerveja pq estava dirigindo (muito cabeça pra mim, mas era o correto). Aí vi a Patrícia tentando com todas as forças empurrar um pedacinho de salsicha pra Carol, que quase não abria a boquinha, evitando assim uma alimentação que viria de qualquer maneira. A partir daí, resolvi curtir a festa com direito. Tudo o que serviam, eu comia. Churrasquinho? Aceito. Quer um refrigerante? Soda, por favor. Cachorro quente? Siiiiiiiim!!! Aceita um crepe de doce de leite? Quero. Outro crepe? Sim. Crepe de queijo? Me dá três, por favor. Vamos lá na mesa de docinhos pegar maria-mole? (respondo com cara de traquina) Vamos!!!! Bolo, brigadeiro, docinhos, SORVETE DE COCO depois do bolo!!! Ave, mas eu comi... Comi com vontade, sem pensar em nada, em dieta, em mãe, em dormir...
Parecia uma viciada em festas infantis. Parecia a Ingrid de 10 anos, que roubava docinhos nas festinhas dos vizinhos e enfiava nos bolsos pra levar pra casa, melando tudo. Ontem aproveitei para roubar uns três docinhos e trouxe comigo, mas sem meleira: embrulhados em guardanapo de papel. Bem à moda balzaquiana. Afinal, não sou mais uma criancinha.
Estou com problemas de vícios. Acho que é coisa séria mesmo. Já fui viciada em comprar maria-chiquinhas para o cabelo. Teve um dia que saí de casa cedo, fui ao centro de Guarulhos e me enfiei no meio de uma meia dúzia de mães alvoroçadas em achar a chuquinha perfeita para a filhinha de 5 anos. Maria-chiquinha de elefante, bonequinha, dadinhos, morangos, bichos estranhos, joaninhas, borboletas, cheio de folhas caindo, imitando cachoeira, balas, carrinhos, cheeeeeeio de purpurinas... Elásticos para cabelo. Palitos japoneses (para cabelo). Piranhas coloridas. Bico de pato prata. Enfeites viúvos (aqueles que deveriam vir com um parzinho, mas só vendem "unidades separadas"). Arquinhos (atual tiaras). Piranhiquinhas. Enchi uma sacolinha de troços para o cabelo e fui pegar o ônibus, feliz da vida, como uma criança quando ganha doce. Hoje tá tudo espalhado pelo meu guarda-roupa. Ou melhor: o que sobrou da tal sacolinha de troços, pq a maioria eu não sei onde fui perdendo. Hoje estou sempre com pressa, amarro o cabelo com a primeira coisa que achar na frente.
Daí veio o vício a maquiagem. Blush de tonalidades rosa. Demaquilante. Sombra preta, prata, rosa, verde, marrom, azul... Rímel. Demaquilante. Lápis preto e marrom. Demaquilante. Pó facial e pó compacto. Sombra compacta. Demaquilante. Percebeu a quantidade de demaquilante que eu utilizei? Eu ficava horas e horas em frente ao espelho treinando minhas maquiagens. Daí, toma-lhe litros de demaquilante para limpar tudo depois.
Já tive várias fases de vícios. Vários produtos entraram para o rol de consumismo desenfreado conduzido por uma psicose adicta de colecionar o mais precioso bem da temporada Ingridiana. DVD's. Papel de carta (esse faz teeeeeempo). Desenhos de flores. Tintas e produtos de artesanato. Meias. Bijouterias. Esmaltes. Toalhas. Havaianas.
Lembrei disso tudo ontem, durante uma festa de aniversário muito boa. Estava um pouco reticente no começo, não queria tomar cerveja pq estava dirigindo (muito cabeça pra mim, mas era o correto). Aí vi a Patrícia tentando com todas as forças empurrar um pedacinho de salsicha pra Carol, que quase não abria a boquinha, evitando assim uma alimentação que viria de qualquer maneira. A partir daí, resolvi curtir a festa com direito. Tudo o que serviam, eu comia. Churrasquinho? Aceito. Quer um refrigerante? Soda, por favor. Cachorro quente? Siiiiiiiim!!! Aceita um crepe de doce de leite? Quero. Outro crepe? Sim. Crepe de queijo? Me dá três, por favor. Vamos lá na mesa de docinhos pegar maria-mole? (respondo com cara de traquina) Vamos!!!! Bolo, brigadeiro, docinhos, SORVETE DE COCO depois do bolo!!! Ave, mas eu comi... Comi com vontade, sem pensar em nada, em dieta, em mãe, em dormir...
Parecia uma viciada em festas infantis. Parecia a Ingrid de 10 anos, que roubava docinhos nas festinhas dos vizinhos e enfiava nos bolsos pra levar pra casa, melando tudo. Ontem aproveitei para roubar uns três docinhos e trouxe comigo, mas sem meleira: embrulhados em guardanapo de papel. Bem à moda balzaquiana. Afinal, não sou mais uma criancinha.
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