Bom dia! Faz um tempinho que eu não escrevo, mas é que eu não tenho tido muito tempo mesmo. Estou em plenas férias, curtindo o calorzinho de Teresina... e me preparando pra outro casamento. Quando eu chegar em casa, eu atualizo este pblog com um pouquinho mais de decência!
Hasta la vista...
Friday, November 17, 2006
Friday, November 10, 2006
Casamento
Amanhã é dia de festa... casamento na família... festa... cerveja... missa... tias cochichando... e a gente rindo de quase se matar!
Só me lembro do casamento do meu primo Tato, em Campinas. Foi um dos episódios mais engraçados que eu já vivenciei. Lembro que ainda namorava o Fabiano, e nós alugamos uma van para nos levar à igreja.
Bom, primeiramente eu devo dizer que venho de uma família absolutamente católica. Mas, contudo, porém, entretanto, as coisas na vida nem sempre se encaixam totalmente no padrão de perfeição que toda família gostaria de viver, e eis que este meu primo ia se casar com uma garota extremamente gente fina da igreja Presbiteriana. Daí você pode começar a imaginar o bico de insatisfação da minha avó-quase-beata. E o casamento seria, portanto, dentro de uma igreja presbiteriana.
Em segundo lugar, estávamos no início de um maldito projeto "rótula" em Campinas, o qual eu não entendi até hoje, mas como faz muito tempo que eu não vou a Campinas, não posso dizer se o tal projeto de inversão de mãos de direção das ruas do centro permanece até hoje ou não, e nem mesmo posso dizer se foi uma realização que facilitou a vida dos campineiros ou não. Só sei que naquela noite este projeto se transformou no segundo objeto do capeta para irritar os calorosos passageiros daquela van a caminho da igreja (o primeiro objeto foi não haver casamento na igreja católica).
Então... seguimos desnorteados, sem rumo, por aquele labirinto de ruas até que pudéssemos achar uma única via que nos desse mão para chegarmos à droga da igreja. Os pneus da van consumiam os ponteiros do relógio, e logo percebemos que assim que a noiva estivesse entrando na igreja, a van chegaria despejando os convidados mais barulhentos que a Terra já viu, e eu logo imaginei a minha santa avó (que Deus a tenha, de verdade), irritada e tinindo igual um guaxininzinho com o rabinho pisoteado, entrando na igreja e praguejando porque a noiva não a esperou. Enquanto tentávamos ajudar o motorista da van (a princípio meio arisco, temendo levar um esporro das tias e avó por não saber o caminho), escutávamos a discussão lá atrás:
- (voz da tia Lourdes) Mas será que a gente chega hoje???
- (voz da minha vó) Ah, eu num sei, viu Lurde. O Nando, o Nando me convidou pra vir com ele. Eu devia ter aceitado.
- (voz da tia Lourdes) Ah, mas porque a senhora não foi com eles, mãe? A senhora que nos atrasou!
- (voz da vó, irritadérrima) EU??? Eu não atrasei ninguém! Olha só: na volta, eu volto com o Nando.
- (voz da tia Lourdes) Ah, foi a senhora, sim. Agora a gente tá aqui, rodando igual capivara, sem sair do lugar. Daqui a pouco a noiva vai chegar...
- (voz de alguém...) É, a noiva vai chegar antes da gente!
- (voz da vó) A noiva não vai entrar não. Ela espera a gente. Eu devia ter vindo com o Nando. Ele me convidou.
- (maior zoeira lá atrás) Aiiiii! Porra, pára de falar!!!
- (voz da tia Maria, quase um sussurro) Ai, meu cabelo.
- (voz da tia Lourdes) Ah, é, sim, a noiva já deve tá chegando lá! E a gente aqui, rodando.
- (voz da vó) Na volta eu venho com o Nando. Eu devia ter vindo com ele.
- (voz do Luzmar) Ai, pessoal, pelo amor de Deus! A gente já tá chegando... (nesse momento percebi a posição geográfica do Luzmar: desconfortavelmente entre minha vó e a tia Lourdes).
- (voz da tia Lourdes) Alá, vira à esquerda, agora! Não deu mão??? Mas era aqui, sim!!!
- (voz da Renata) Kkkkkkkkkk!!!!
- (voz da vó) Se eu tivesse vindo com o Nando, eu já estaria lá. O Nando já deve ter chegado...
- (voz de alguém extremamente estressado com a vó) Put#$@ que pariu, volta então com a porra do Nando, que saco!!!
À essa altura, eu já ria, o Fabiano já ria e até o motorista da van ensaiava um sorriso tímido.
- Bem vindo à minha família - falei, orgulhosa. - Todo domingo é assim.
O casamento transcorreu na maior alegria imaginável (chegamos alguns minutos antes da noiva), a noiva estava linda, o noivo estava emocionado (nunca ninguém tinha visto o Tato emocionado, foi... emocionante), o sermão foi interessante. Ao final da cerimônia, fomos até o salão onde seria realizada a festa. Como em todas as festas, havia vários vasinhos de enfeites em cima das mesas, e vários vasões de plantas nos cantos do salão. Normalmente, quando acaba a festa, alguns convidados nada envergonhados passam a mão nos enfeites de mesa e os levam para casa - não que isso seja errado, no meu próprio casamento fiquei feliz que os levaram embora, sinal que gostaram dos arranjos que eu mesma e minhas irmãs fizemos. O que não esperávamos de maneira nenhuma era chegar à van e perceber que minha tia e minha vó haviam roubado os vasões do salão, cheio de folhagens já altas, e enfiando os tais na van (eles ocupavam o lugar de umas três pessoas, no mínimo. E a pressa com que elas enfiavam os vasos no veículo era assustador. A impressão era que os seguranças do salão de festas estavam com rádios atrás dos suspeitos de terem sequestrado as plantas.
- Vai, puxa o vaso...
- Empurra que cabe.
- Isso, põe lá no canto.
- Ô Luzmar, dá pra você ir um pouco pra lá pra caber o vaso???
- Mas que droga, mãe! Tira essa planta da minha cara!
- Ô, saco, será que dá pra gente ir embora?
- Put#@$ que pariu, vocês roubaram os vasos do salão???
- Ninguém roubou nada, isso aqui é pros convidados...
- Que convidado nem aqui nem na China... Os vasos para os convidados são esses daqui, ó, pequenos. Os que estavam em cima da mesa.
- Ai, eu não quero nem ver. Eu não vi nada, não peguei em nada, não tem minha impressão digital aí.
- Mas dá pra vocês pararem com isso e me ajudarem a colocar esses vasos aí?
- Ei, dá licença que eu quero sentar.
- Ué, vó! A senhora não falou tanto que ia com o Nando?
- Ah, é. Parece que ele já foi embora.
A viagem de volta foi menos cansativa, já que agora todos se encontravam dentro de uma mini selva, e os galhos gigantescos atrapalhavam as discussões. De vez em quando, eu olhava pra trás e via o Luzmar com cara de irritado, empurrando alguma folhagem para longe do rosto. Pensei tê-lo visto num acesso repentino e rápido de fúria, destruindo um galho insistente, mas voltei a olhar pra frente e sonhar com minha tão desejada cama...
Só me lembro do casamento do meu primo Tato, em Campinas. Foi um dos episódios mais engraçados que eu já vivenciei. Lembro que ainda namorava o Fabiano, e nós alugamos uma van para nos levar à igreja.
Bom, primeiramente eu devo dizer que venho de uma família absolutamente católica. Mas, contudo, porém, entretanto, as coisas na vida nem sempre se encaixam totalmente no padrão de perfeição que toda família gostaria de viver, e eis que este meu primo ia se casar com uma garota extremamente gente fina da igreja Presbiteriana. Daí você pode começar a imaginar o bico de insatisfação da minha avó-quase-beata. E o casamento seria, portanto, dentro de uma igreja presbiteriana.
Em segundo lugar, estávamos no início de um maldito projeto "rótula" em Campinas, o qual eu não entendi até hoje, mas como faz muito tempo que eu não vou a Campinas, não posso dizer se o tal projeto de inversão de mãos de direção das ruas do centro permanece até hoje ou não, e nem mesmo posso dizer se foi uma realização que facilitou a vida dos campineiros ou não. Só sei que naquela noite este projeto se transformou no segundo objeto do capeta para irritar os calorosos passageiros daquela van a caminho da igreja (o primeiro objeto foi não haver casamento na igreja católica).
Então... seguimos desnorteados, sem rumo, por aquele labirinto de ruas até que pudéssemos achar uma única via que nos desse mão para chegarmos à droga da igreja. Os pneus da van consumiam os ponteiros do relógio, e logo percebemos que assim que a noiva estivesse entrando na igreja, a van chegaria despejando os convidados mais barulhentos que a Terra já viu, e eu logo imaginei a minha santa avó (que Deus a tenha, de verdade), irritada e tinindo igual um guaxininzinho com o rabinho pisoteado, entrando na igreja e praguejando porque a noiva não a esperou. Enquanto tentávamos ajudar o motorista da van (a princípio meio arisco, temendo levar um esporro das tias e avó por não saber o caminho), escutávamos a discussão lá atrás:
- (voz da tia Lourdes) Mas será que a gente chega hoje???
- (voz da minha vó) Ah, eu num sei, viu Lurde. O Nando, o Nando me convidou pra vir com ele. Eu devia ter aceitado.
- (voz da tia Lourdes) Ah, mas porque a senhora não foi com eles, mãe? A senhora que nos atrasou!
- (voz da vó, irritadérrima) EU??? Eu não atrasei ninguém! Olha só: na volta, eu volto com o Nando.
- (voz da tia Lourdes) Ah, foi a senhora, sim. Agora a gente tá aqui, rodando igual capivara, sem sair do lugar. Daqui a pouco a noiva vai chegar...
- (voz de alguém...) É, a noiva vai chegar antes da gente!
- (voz da vó) A noiva não vai entrar não. Ela espera a gente. Eu devia ter vindo com o Nando. Ele me convidou.
- (maior zoeira lá atrás) Aiiiii! Porra, pára de falar!!!
- (voz da tia Maria, quase um sussurro) Ai, meu cabelo.
- (voz da tia Lourdes) Ah, é, sim, a noiva já deve tá chegando lá! E a gente aqui, rodando.
- (voz da vó) Na volta eu venho com o Nando. Eu devia ter vindo com ele.
- (voz do Luzmar) Ai, pessoal, pelo amor de Deus! A gente já tá chegando... (nesse momento percebi a posição geográfica do Luzmar: desconfortavelmente entre minha vó e a tia Lourdes).
- (voz da tia Lourdes) Alá, vira à esquerda, agora! Não deu mão??? Mas era aqui, sim!!!
- (voz da Renata) Kkkkkkkkkk!!!!
- (voz da vó) Se eu tivesse vindo com o Nando, eu já estaria lá. O Nando já deve ter chegado...
- (voz de alguém extremamente estressado com a vó) Put#$@ que pariu, volta então com a porra do Nando, que saco!!!
À essa altura, eu já ria, o Fabiano já ria e até o motorista da van ensaiava um sorriso tímido.
- Bem vindo à minha família - falei, orgulhosa. - Todo domingo é assim.
O casamento transcorreu na maior alegria imaginável (chegamos alguns minutos antes da noiva), a noiva estava linda, o noivo estava emocionado (nunca ninguém tinha visto o Tato emocionado, foi... emocionante), o sermão foi interessante. Ao final da cerimônia, fomos até o salão onde seria realizada a festa. Como em todas as festas, havia vários vasinhos de enfeites em cima das mesas, e vários vasões de plantas nos cantos do salão. Normalmente, quando acaba a festa, alguns convidados nada envergonhados passam a mão nos enfeites de mesa e os levam para casa - não que isso seja errado, no meu próprio casamento fiquei feliz que os levaram embora, sinal que gostaram dos arranjos que eu mesma e minhas irmãs fizemos. O que não esperávamos de maneira nenhuma era chegar à van e perceber que minha tia e minha vó haviam roubado os vasões do salão, cheio de folhagens já altas, e enfiando os tais na van (eles ocupavam o lugar de umas três pessoas, no mínimo. E a pressa com que elas enfiavam os vasos no veículo era assustador. A impressão era que os seguranças do salão de festas estavam com rádios atrás dos suspeitos de terem sequestrado as plantas.
- Vai, puxa o vaso...
- Empurra que cabe.
- Isso, põe lá no canto.
- Ô Luzmar, dá pra você ir um pouco pra lá pra caber o vaso???
- Mas que droga, mãe! Tira essa planta da minha cara!
- Ô, saco, será que dá pra gente ir embora?
- Put#@$ que pariu, vocês roubaram os vasos do salão???
- Ninguém roubou nada, isso aqui é pros convidados...
- Que convidado nem aqui nem na China... Os vasos para os convidados são esses daqui, ó, pequenos. Os que estavam em cima da mesa.
- Ai, eu não quero nem ver. Eu não vi nada, não peguei em nada, não tem minha impressão digital aí.
- Mas dá pra vocês pararem com isso e me ajudarem a colocar esses vasos aí?
- Ei, dá licença que eu quero sentar.
- Ué, vó! A senhora não falou tanto que ia com o Nando?
- Ah, é. Parece que ele já foi embora.
A viagem de volta foi menos cansativa, já que agora todos se encontravam dentro de uma mini selva, e os galhos gigantescos atrapalhavam as discussões. De vez em quando, eu olhava pra trás e via o Luzmar com cara de irritado, empurrando alguma folhagem para longe do rosto. Pensei tê-lo visto num acesso repentino e rápido de fúria, destruindo um galho insistente, mas voltei a olhar pra frente e sonhar com minha tão desejada cama...
Outros diálogos mui interessantes da minha adolescência...
Pois é, achei mais um diálogo bobinho de uns tempos passados...
- Juliano, se você não tomar banho, não senta pra jantar!
- Ah, mãe! Mas eu não quero tomar banho agora!
- Você está sujo como um porco! Aqui você não entra...
- Mas mãe...
- Nem mais, nem menos. Vai tomar um banho... já!
- Pois eu não quero. Quero jantar... já!
- Menino, não me faça perder a cabeça! Vai tomar banho ou não vai comer.
- Eu já tomei banho de manhã.
- Pois vai tomar outro agora. Moleque porco. Tá fedendo igual um gambá.
- Gambá é a senhora (murmurando).
- Você não vai comer.
- Eu não como, a senhora também não come. Vou jogar terra na comida.
- (Assustada) Quem te ensinou a ser tão mal educado???
- Você.
- Ah, quanto atrevimento! Vou te mostrar quem manda aqui. Tá vendo isso?
- Tô.
- Sabe o que é isso???
- É um chinelo?
- Não, é um macaco! E vai morder seu bumbum se você não for tomar banho agora!!!
- Ai, uma imagem vale mais que mil palavras...
------------
- Juliano, se você não tomar banho, não senta pra jantar!
- Ah, mãe! Mas eu não quero tomar banho agora!
- Você está sujo como um porco! Aqui você não entra...
- Mas mãe...
- Nem mais, nem menos. Vai tomar um banho... já!
- Pois eu não quero. Quero jantar... já!
- Menino, não me faça perder a cabeça! Vai tomar banho ou não vai comer.
- Eu já tomei banho de manhã.
- Pois vai tomar outro agora. Moleque porco. Tá fedendo igual um gambá.
- Gambá é a senhora (murmurando).
- Você não vai comer.
- Eu não como, a senhora também não come. Vou jogar terra na comida.
- (Assustada) Quem te ensinou a ser tão mal educado???
- Você.
- Ah, quanto atrevimento! Vou te mostrar quem manda aqui. Tá vendo isso?
- Tô.
- Sabe o que é isso???
- É um chinelo?
- Não, é um macaco! E vai morder seu bumbum se você não for tomar banho agora!!!
- Ai, uma imagem vale mais que mil palavras...
------------
O que é que foi? Não gostou, não? Rapaz, eu tinha uns quatorze anos quando escrevi isso!!! O que você fazia aos quatorze anos? Não, nem me fale... eu posso imaginar muito bem...
Achei esses rascunhos em uma pasta minha, isso deve ser datado do século passado (com certeza...). Deve ser de uns 14 anos atrás... Tem muita besteira, mas tem coisas que eu consegui rir. Veja se não dá uma divertidinha:
DIÁLOGOS
- Senhor Roberto?
- Sim?
- O senhor vai subir ou não?
- Subí??
- É, seu Roberto... (suspiro)
- Má subí onde???
- Como onde, seu Roberto? No ônibus...
- Ônibu?
- Seu Roberto, o senhor me desculpe, mas eu tenho mais o que fazer. Agora, o senhor vai subir ou não?
- Voismicê é o motorista?
- Claro que sou, seu Roberto. Só que não tenho o dia todo pra esperar. O senhor vem ou não?
- Praonde?
- Ah, santa paciência!
- Quem??
- Seu Roberto, por favor, afaste-se da porta. Eu tenho que ir.
- Onde?
- Trabalhar, seu Roberto! Trabalhar!!!
- Ah, é bom trabaiá.
- Sim, agora vamos! Me dê licença!
- Uai, má pode passá, isdrúxo.
- Não, né, seu Roberto! Com o senhor pendurado na minha porta eu não posso arrancar com o ônibus, né?
- Ah, é. Não dá, não.
- Ai, Jesus...
- Onde??
- Seu Roberto, por caridade... Vamos...
- Onde??
- Mas será possível?? Por Jesus no céu, será que eu vou ter que tirá-lo daí?
- Não.
- Que bom!!! Então desça, por favor!
- Hum??
- Meu Pai. Desça do ônibus, seu Roberto.
- Ei, má onde é que ocê pensa que vai?
- Mas como assim???
- Pare, seu isdrúxo! Ali é minha casa, eu já cheguei. Brigado, seu motorista, até amanhã!
- Senhor Roberto?
- Sim?
- O senhor vai subir ou não?
- Subí??
- É, seu Roberto... (suspiro)
- Má subí onde???
- Como onde, seu Roberto? No ônibus...
- Ônibu?
- Seu Roberto, o senhor me desculpe, mas eu tenho mais o que fazer. Agora, o senhor vai subir ou não?
- Voismicê é o motorista?
- Claro que sou, seu Roberto. Só que não tenho o dia todo pra esperar. O senhor vem ou não?
- Praonde?
- Ah, santa paciência!
- Quem??
- Seu Roberto, por favor, afaste-se da porta. Eu tenho que ir.
- Onde?
- Trabalhar, seu Roberto! Trabalhar!!!
- Ah, é bom trabaiá.
- Sim, agora vamos! Me dê licença!
- Uai, má pode passá, isdrúxo.
- Não, né, seu Roberto! Com o senhor pendurado na minha porta eu não posso arrancar com o ônibus, né?
- Ah, é. Não dá, não.
- Ai, Jesus...
- Onde??
- Seu Roberto, por caridade... Vamos...
- Onde??
- Mas será possível?? Por Jesus no céu, será que eu vou ter que tirá-lo daí?
- Não.
- Que bom!!! Então desça, por favor!
- Hum??
- Meu Pai. Desça do ônibus, seu Roberto.
- Ei, má onde é que ocê pensa que vai?
- Mas como assim???
- Pare, seu isdrúxo! Ali é minha casa, eu já cheguei. Brigado, seu motorista, até amanhã!
Wednesday, November 08, 2006
Boa noite!!!
Olás! Esta noite está meio fria. O cobertorzinho azul estaria realmente muito convidativo, se não tivesse desaparecido. Eu estava na rede até agora há pouco, mas não o vi. Onde estará aquele paninho felpudo e cheio de redinhas? Hum, adoro aquela mantinha. A gente sempre se apaixona por um deles: eu tenho meu cobertor mais gostoso, meu copo de estimação, meu pijama mais fofo, meu colar preferido... que sumiu, aliás. E eu também mantenho uns casos amorosos com a maior fidelidade e lealdade possíveis: é o caso do sorvete de morango. A sorveteria que vou em Valinhos tem mais de 100 sabores. Não me interessa: pra quê isso tudo? Só o de morango já basta! Tá certo que, outro dia, me peguei traindo o sorvetinho de morango com uma bola bem redonda de sorvete de figo. Hum, figo? Não faça essa cara: o sorvete era muito bom. Mas nada comparável ao velho e original morango. O da Hagen Daaz é o campeão. Não sei o que fazem para aquele sorvete ficar tão bom. Parece uma mistura de morango com leite condensado, não sei. Hum, apareceram coisas interessantes pra fazer. Depois eu escrevo mais. Beijo!
Subscribe to:
Comments (Atom)
I wanted a pretty name for the death. But I wanted a simple, easy, common name. I didn't want to call her Miss Death. Death, The Hour,...
-
Caramba, de novembro pra cá eu engordei 7 quilos!!! CHEGA de cerveja!!!!!!!!! Meu Deus, tô voltando aos meus 80 e poucos... creeeeeedo.
-
Ai meu santo. Matei uma barata. Ela veio voando pela porta da cozinha. Grudou na parede lá em cima e ficou me zombando. Peguei a vassoura ...
-
Marrapaz, cêis não sabe o que é ser exigente não... se eu fosse exigente iria querer alguém que curtisse Gustavo Santaolalla, Mychael Danna,...