Thursday, February 28, 2008

Reunião de Meninas


Então... sexta-feira próxima nós vamos promover a primeira reunião só de meninas da torre Guarulhos e agregadas (filhas, irmãs, sobrinhas...) aqui em casa. Tudo começou com um convite para um carteado bastante inocente. Afinal, eu só jogo buraco e canastra, que descobri há pouco se tratar praticamente do mesmo jogo. Pra você ver como jogo bem. Então jogamos um pif-pafizinho, um mau-mau (ou seria mal-mal???), Yam, Can-Can, Dicionário... Qualquer coisa que nos faça animar um pouco, parar de se irritar com a vida e tomar boas doses de vinho tinto. Hum, vinho? Então vamos comprar uns queijinhos, não? Daí, do queijo passou pra raclete, que passou pra lambrusco, que não sei como lembrou charuto, e por fim teremos narguilê. Acho que baralho que é bom ninguém vai jogar. A Michelle também se animou e disse que vem pra cá na sexta-feira à noite. Espero que todas que confirmaram compareçam mesmo. E, meninos, não fiquem escafifados tentando imaginar sobre quem falaremos a noite toda. O que sair da linha "vinho/fumo/queijo" será com certeza sapatos ou perfumes.

Monday, February 25, 2008

Chá Turco

Estou aqui, saboreando um delicioso chá que a Sílvia trouxe da Turquia. É de maracujá com canela. Muito bom. Relaxante. Não que eu precise, hoje estou muito mais contente do que nas semanas atrás. Bom, pra começar, a Simone continua na nossa equipe (ebaaaaaaaaaaaa!). Fiquei muito contente com essa notícia. Acho que o supervisor que não vai gostar muito: seremos 5 mulheres na equipe!!! Imagine o tanto de conversê que vai rolar o tempo todo. Pra evitar de ficar a noite fofocando com a Sílvia (sobre Melissas, na maioria das vezes), vou cair de auxiliar da Mari, aí já viu. Se for me deixar longe da Mari, vou cair com a Simone ou com a Luciane. Ou seja: meninos, sua paz acabou. E dizem que quando mulheres trabalham juntas seus ciclos orgânicos se comunicam e tudo acontece ao mesmo tempo. Imaginem agora 5 meninas com TPM na mesma equipe. Céus!

Sunday, February 24, 2008

Ahhh... vião!

Viajar é bom demais, né? Quem não gosta de arrumar as malinhas, fuçar preços de passagens, de hotéis, restaurantes, colecionar fotos, chaveirinhos, canecas, colocar o cinto de segurança, olhar pela janela (do carro, avião, trem...), ver o mar lá embaixo ou a copa da última árvore da última montanha, ou ainda a diversidade de azuis do céu, ou a borra verde de uma paisagem bucólica de interior sobre os trilhos do trem... Eu adoro viajar. Só não viajo mais por falta de dinheiro. O César uma vez me disse que viver bem de grana, para ele, significa viajar quando bem entender. Eu gostaria de viver assim.

Wednesday, February 20, 2008

Contos proibidos

Havia um dia em que a mente tentava provar de todas as maneiras que ela era a única rainha em um mundo habitado por uma única alma. =)

Estou com problemas de vícios. Acho que é coisa séria mesmo. Já fui viciada em comprar maria-chiquinhas para o cabelo. Teve um dia que saí de casa cedo, fui ao centro de Guarulhos e me enfiei no meio de uma meia dúzia de mães alvoroçadas em achar a chuquinha perfeita para a filhinha de 5 anos. Maria-chiquinha de elefante, bonequinha, dadinhos, morangos, bichos estranhos, joaninhas, borboletas, cheio de folhas caindo, imitando cachoeira, balas, carrinhos, cheeeeeeio de purpurinas... Elásticos para cabelo. Palitos japoneses (para cabelo). Piranhas coloridas. Bico de pato prata. Enfeites viúvos (aqueles que deveriam vir com um parzinho, mas só vendem "unidades separadas"). Arquinhos (atual tiaras). Piranhiquinhas. Enchi uma sacolinha de troços para o cabelo e fui pegar o ônibus, feliz da vida, como uma criança quando ganha doce. Hoje tá tudo espalhado pelo meu guarda-roupa. Ou melhor: o que sobrou da tal sacolinha de troços, pq a maioria eu não sei onde fui perdendo. Hoje estou sempre com pressa, amarro o cabelo com a primeira coisa que achar na frente.
Daí veio o vício a maquiagem. Blush de tonalidades rosa. Demaquilante. Sombra preta, prata, rosa, verde, marrom, azul... Rímel. Demaquilante. Lápis preto e marrom. Demaquilante. Pó facial e pó compacto. Sombra compacta. Demaquilante. Percebeu a quantidade de demaquilante que eu utilizei? Eu ficava horas e horas em frente ao espelho treinando minhas maquiagens. Daí, toma-lhe litros de demaquilante para limpar tudo depois.
Já tive várias fases de vícios. Vários produtos entraram para o rol de consumismo desenfreado conduzido por uma psicose adicta de colecionar o mais precioso bem da temporada Ingridiana. DVD's. Papel de carta (esse faz teeeeeempo). Desenhos de flores. Tintas e produtos de artesanato. Meias. Bijouterias. Esmaltes. Toalhas. Havaianas.
Lembrei disso tudo ontem, durante uma festa de aniversário muito boa. Estava um pouco reticente no começo, não queria tomar cerveja pq estava dirigindo (muito cabeça pra mim, mas era o correto). Aí vi a Patrícia tentando com todas as forças empurrar um pedacinho de salsicha pra Carol, que quase não abria a boquinha, evitando assim uma alimentação que viria de qualquer maneira. A partir daí, resolvi curtir a festa com direito. Tudo o que serviam, eu comia. Churrasquinho? Aceito. Quer um refrigerante? Soda, por favor. Cachorro quente? Siiiiiiiim!!! Aceita um crepe de doce de leite? Quero. Outro crepe? Sim. Crepe de queijo? Me dá três, por favor. Vamos lá na mesa de docinhos pegar maria-mole? (respondo com cara de traquina) Vamos!!!! Bolo, brigadeiro, docinhos, SORVETE DE COCO depois do bolo!!! Ave, mas eu comi... Comi com vontade, sem pensar em nada, em dieta, em mãe, em dormir...
Parecia uma viciada em festas infantis. Parecia a Ingrid de 10 anos, que roubava docinhos nas festinhas dos vizinhos e enfiava nos bolsos pra levar pra casa, melando tudo. Ontem aproveitei para roubar uns três docinhos e trouxe comigo, mas sem meleira: embrulhados em guardanapo de papel. Bem à moda balzaquiana. Afinal, não sou mais uma criancinha.

Sunday, February 17, 2008

Chuva!

Minha nossa, parece que o mundo está se acabando... Acho que esse mês eu vi mais chuva do que em um ano. E chove que parece que o céu todo vai desabar. Estava aindo a uma apresentação de dança flamenca em São Paulo com a Simone, Rodrigo e Sílvia, e voltei da Dutra. O pior é que eu peguei um retorno que nunca tinha visto antes, e como a visibilidade estava horrível, fiquei com medo até de me perder por não enxergar as marcações brancas na rua e nem as placas de indicação da rodovia. Creeeedo! Pois é. Acho que o César ficou irritadinho pq eu saí sozinha, e deve ter feito uma dança da chuva aqui na frente logo que eu saí. Eu falei isso pra ele quando cheguei, mas ele negou. Claro que iria negar...

Friday, February 15, 2008

Perder o sono por conta de trabalho... de novo???

É, na verdade não foi por causa do "trabalho" em si, mas sim por causa de "acontecimentos no trabalho". Quer o português claro? Tô de saco cheio de ouvir gracinhas de gente que já trabalhou em outras torres de controle menosprezando a torre Guarulhos e os operadores daqui que só trabalharam aqui. Nós não temos visão do mundo, nós não podemos ser chamados de controladores, nós temos o rei na barriga, nós somos "bate-mal", nós não trabalhamos app convencional, nós somos o terror da aviação. Caraca, eu sou uma porcaria mesmo!!! Quer dizer que minha operação fica atrás de todo esse povo ótimo que saem das várias localidades onde trabalharam e graças a isso são os excelentes controladores de Guarulhos? Vai me desculpar, mas eu não agüento mais esse tipo de comentário. Tem gente que trabalhou um ano aqui, e quando saiu a transferência pra outro lugar, saiu falando que "agora sim vou virar controlador de vôo". Vá às favas!!! Eu saí da escola como TODO MUNDO que trabalha ali. Nos cursos práticos tive aula da droga de APP convencional e ACC, como TODO MUNDO. Só porque só trabalhei em Guarulhos não quer dizer que sou melhor nem pior que ninguém ali naquela torre. E vem me falar que o povo de Guarulhos é muito folgado em comparação com o povo de outras localidades!!! E digo aqui, aqueles que vieram de outras localidades mas não se gabam como se isso fosse um troféu acabam ganhando mais ainda o meu respeito, se é que isso vale de alguma coisa. Eu estou aqui porque gosto daqui, gosto do trabalho que exerço nesta torre e gosto sim do povo daqui. Mas tenho plena certeza de que se pedir transferência para outra localidade, vou trabalhar como trabalho aqui, vou cumprir com minhas obrigações no tráfego aéreo e voltar pra casa com a consciência de trabalho cumprido, como faço aqui. Se o faço bem ou não, o que importa é que o fiz tentando dar o melhor de mim, nas melhores condições possíveis. Então não venha querendo se achar o último biscoito recheado do pacote só porque trabalhou noutro aeroporto. Se era tão bom assim, porque saiu de lá??? Tem gente que saiu de BH (lugar espetacular deve ser esse) e veio pra cá, e eu nunca os ouvi querendo ser melhores que os outros. Interessante é que esses mesmos que vieram de BH saíram de lá pq tinham vida ou família aqui em GRU. E não se acham superiores por causa disso.

Wednesday, February 13, 2008

Sobre não ter filhos...

Se você é um grande defensor da reprodução humana, nem leia este post. Está carregado de teorias do caos, armagedom, fim dos tempos e murchamento da Terra por população demasiadamente enorme.
Ah, tema polêmico! Porque as pessoas se assombram tanto com esse assunto ainda hoje? O mundo está superpopuloso, tem um monte de criança na rua, não existem mais tantas planícies e chapadas inabitadas como antes. O mundo está crescendo demais. Não há vagas. Não sei como será daqui pra frente, daqui uns 100 anos. Acho que não vai haver parques. Talvez eu possa já adiantar uma parcela de um novo empreendimento "dentro" do Ibirapuera. Rios? Façamos pontes e vamos construir casas em cima das pontes. Muita gente tendo muito filho, só me lembra da época que ficamos com treze gatos dentro de casa, porque a gatinha matriz só tinha filhotes fêmeas, que só tinham filhotes fêmeas, que por sua vez só tinham filhotes fêmeas. O macho era o mistério. O problema é que ocorreu uma superpopulação de gatos em minha casa, e minha mãe estava entrando em paranóia. O que fazer com tantos gatinhos? Ou gatinhas? Dar? Pra quem? Pessoas que não cuidam bem nem do próprio pé, quanto mais de um gatinho indefeso.
Hoje em dia pessoas que não querem ter filhos são chamadas de egoístas. Mas onde eu sou egoísta por não ter me decidido ainda? Eu não tenho casa pra morar, não tenho responsabilidade para cuidar de uma planta, não tenho dinheiro para dar uma educação que eu considero decente, não moro em uma cidade onde tenha tranqüilidade em criar meus filhos e nem tenho previsão de mudança por um tempinho. Reclamo de tudo. Me acho uma criança em desenvolvimento letárgico demais. Sou irresponsável em muitos aspectos. Creio que cuido bem de minhas cachorras, mas sinto que poderia largar a internet de vez em quando e dar mais um carinhosinho nelas. Não sei, ainda não sinto aquela vontade de ser mãe e me incumbir da criação de alguém. Não sinto. Senti quando meu pai morreu, senti vontade de dar um neto pra minha mãe, já que pra ele não dava mais tempo. Mas qual teria sido a diferença na vida dele, outro neto? Teve uma época em que eu queria desesperadamente ter um filho. Mas essa fase passou. Pode ser que amanhã eu acorde doida para engravidar, mas não hoje. Hoje eu sou apenas uma criança que busca a terra do nunca, sou uma criatura ainda perdida nos planejamentos de um adolescente: o que vou ser quando crescer???
Não sei, mas não gosto dessa cobrança social tão direta: "E aí, você é a bola da vez!". A única bola da vez que eu sou é no sentido literal da coisa: sou a gordinha da vez tentando outra dieta pra emagrecer. Quando ouvi isso, respondi na lata: "Hum, sou mesmo, mas já estou tentando perder esses quilos incômodos aos seus olhos". Arghhhhhhhhhhh... Acho que hoje eu estou meio enfezada. Credo, que palavra feia...

Wednesday, February 06, 2008

Estou sozinha...

Hum... Cesinha trabalhando. Entrou às seis da tarde e vai sair somente às seis da manhã. Eu aqui no quarto do computador, ouvindo música, tomando uma Itaipavinha ótima, lembrando de Teresina e digitando no teclado como se estivesse tocando um piano... (sério: até projeto a cabeça de um lado para outro, me sentindo a própria Stevie Wonder enquanto digito e tento decifrar a letra da música britânica que não conheço (eu cantando música em inglês sem conhecer a letra é algo que realmente vale um filminho de dois minutos). O problema todo é quando a gente acha que sabe cantar. Acho que o pior é quando eu realmente sei cantar a música: me sinto a Celine Dion, solto a voz (seguro a franga) e lá se vão os ouvidos virgens do menino César irritado por uma voz tão alienígena quanto monástica, que mais se assemelha a um sino (eu falei monástica como se relativo a igreja), meio fina, meio estranha, mas com a segurança que só quem conhece a letra pode fornecer. Hum, se o César ler isso vai ficar bloqueando todos os sites que divulgam letras de músicas na internet. Não, Cé, isso seria errado e um fiasco... Aliás, é exatamente por ficar sozinha assim como hoje que eu entro nesses sites e aprendo como se canta "My Heart Will Go On" certinho. Daí, meu anjinho, é só ouvir e apreciar. Afinal, quem canta os males espanta. E como diria Chico Bento: "espanta os bens também"...
Mudando de pato pra ganso: estava repensando minha vida esses dias atrás. Sabe, antes de continuar quero dizer que acredito piamente que as pessoas não mudam. Acho que elas melhoram ou pioram, dentro daquilo que elas são. Esse lema me acompanha desde episódios nada agradáveis que datam mais de dez anos desde hoje. Então, não sei até que ponto influenciada por esse ditado ou "amadurecida pela idade", resolvi aceitar minha vida do jeito que ela é e não mais pensar naquilo que me faz uma irresponsável sem tamanho. Acho que tentei sempre viver a vida com uma certa intensidade que muita gente considera como irresponsabilidade, mas às vezes não é. A vida é hoje. Amanhã eu posso não estar mais aqui (espero estar por muitos amanhãs...). Mas é a verdade. O ser humano já nasce acrescido de responsabilidades que não fazem juz à sua natureza. Tem que rir aos três meses, tem que falar "mamãe" até os onze e talvez andar antes dos quinze. É o natural dele, mas quando ele não o faz, inicia-se o nervosismo seguido pelo desespero de que algo não está certo. Tudo nos é esperado desde nosso nascimento, quando algo não sai como planejado, logo aparecem as dúvidas: "hum, ele ainda não anda? Tem algum problema". "Nossa, ela já está namorando? Cuidado, hein?". "Ele ainda não arrumou emprego. Deve ter algum problema de dislexia". "Meu Deus, ele é gay, eu não terei netos!!!". Calma, humanidade, nem tudo deve ser planejado dessa maneira, e tudo é mais normal do que se acredita. O mundo se preocupa com coisas estranhas ao meu mundo mágico e vibrante: não, eu AINDA não comprei uma casa. Não, eu AINDA não tenho filhos. Não, eu AINDA não fiz faculdade. E, quer saber? Ainda tenho coisas muito importantes para fazer que o mundo não me cobra! Nunca assisti "O Poderoso Chefão"! Nem "Os Imperdoáveis" ou ainda "Império do Sol"!!! Não fui a Belém, nem a Yucatán, Oslo, Salvador, Ouro Preto, Casa Branca (SP). Não pulei ainda de pára-quedas. Não dirigi um Audi A4. Não escrevi um livro. Não conheço um templo Budista. Não falo francês fluente. Não li meu último livro do Calvin. Aliás, parei no meio de "A Sombra do Vento" e nunca li Saramago. Veja: são coisas que para mim - INGRID - importam muito. E ninguém sabe disso. E tem muito mais ainda. Mas não reclamo: eu vivo minha vida e acho que isso é felicidade. Tenho contas a pagar, tenho prazos a cumprir, tenho que entender o British Airways falando inglês comigo, mas também tenho minhas próprias incursões e devaneios a imaginar, realizar, sonhar. E descobri que podemos ser felizes se esquecermos por um pouco de tempo tudo aquilo que a porcaria de Alexandre o Grande tentou quando começou com o troço de civilização. Ah, não foi ele não??? Tá vendo, mais uma coisa importante que tenho que fazer: estudar quem estabeleceu essas regras no nosso cotidiano. Nascer, crescer, se reproduzir e morrer.
Ahhhh... Muito profundo pra minha cabeça às duas e quarenta e cinco da manhã.

Amy Winehouse.

Bom, nunca tinha ouvido falar dessa cantora em minha vida. Só li que é uma doidinha que tá mais pra lá do que pra cá. Vive causando problemas e volta e meia se mete em alguma confusão. Li em algum lugar que estava sendo comparada com a tal da Janis Joplin. Daí que eu não me interessei mesmo pelas músicas: nunca fui fã da doida mencionada. Mas a curiosidade foi maior e não resisti: procurei ouvir uma música da Amy, e me apaixonei. She rocks. Muito boa. Ouvi quase um CD inteiro (é difícil que eu goste de um CD completo) e agora quero comprá-lo. Pô, agora tô aqui torcendo pra que a garota se saia bem da última "Rehab", para que continue cantando músicas suaves com um leve tempero "pub" e anos 60 que só ela, em minhas várias buscas musicais, faz e muito bem. Se posso descrever uma sensação de viagem sem fumo (claro), diria que ouvindo "You Know I'm No Good" me faz entrar em alfa. Tudo bem que uma cervejinha junto ajuda na psicodélica (ou diria "smoky") introdução no cenário fechado, pequeno, esfumaçado e tranqüilo da música. Mas é uma arte. Pouca coisa entendo eu de arte, mas essa e "Back to Black" são artes. E diria ainda genuínas, na minha pequena e inexplorada visão do mundo das notas e acordes. Únicas. Sentimentais. Perfeitas.

  I wanted a pretty name for the death. But I wanted a simple, easy, common name. I didn't want to call her Miss Death. Death, The Hour,...