Wednesday, April 08, 2020

Ok, assunto polêmico: sabe quando a paulista deixa a piauiense no vácuo com apenas um beijinho no rosto? Então, já deixei trocentas pessoas me olhando feio porque elas foram com a cabeça na direção oposta do primeiro beijo e eu já tinha saído pra cumprimentar a próxima (e deixá-la no vácuo tb, obviamente).  E a pessoa ficou parada lá, fazendo bico, apoiando o peso do corpo numa perna só, meio torta.
O problema é que o país não é padronizado nem no quesito idioma, que dirá no beijinho.
No idioma eu já dei uns foras bacanas tb. Tipo quando o Cesar me disse um “arrocha!” saindo de um posto de gasolina. Freei o carro e fiquei olhando, procurando a pedra no meio do caminho. Não que eu tenha o costume de chamar pedra de rocha, mas pelo tamanho do grito do moço, imaginei que no Piauí eles chamassem bloco solto de asfalto de rocha. Depois de solucionar o mistério, avisei: “aqui a gente fala pisa fundo, amigo, tu nunca mais me assusta assim”. E isso porque eu nem vou tocar no assunto do bombom. Que ele chama bala de eucalipto de bombom (e qualquer outra bala nada-a-ver-com-bolinhas-de-chocolate).
De qualquer maneira, segue o mapinha dos beijinhos no Brasil, pra gente tentar diminuir os vácuos.
Ahhh, e segue o da França também de curiosidade. Se vc acha ruim ter que dar 3 beijinhos, imagina 4 como em algumas regiões francesas... deve dar até cãimbra nas bochechas.




Postado no facebook dia 27/02/20.

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