Oloco, fiquei tanto tempo assim sem escrever?? É a falta de empolgação... Acho que se tivesse escrito alguma coisa nos últimos dias seriam posts chatos, irritados ou melancólicos. Urghhh...
Bom, vamos falar de vinhos. Lembra de um post que eu escrevi sobre vícios? Pois é, acabou a fase Melissa. Acho que agora entrei na fase vinhos. E pra quem pensa que é a bebum de plantão falando, se enganou...
Tudo começou com o curso de reciclagem do César no ICEA. Ele encontrou no ex-reembolsável uma promoção de vinhos de deixar qualquer bebum, ops... adorador de vinho de queixo caído e de bolsos mais leves. Trouxe para casa nada menos que 11 garrafas sortidas, aconselhado pelo Mário, que embora na minha opinião curta mais uma cervejinha, mas conhece muito mais de vinho do que eu.
Depois de empilhar minhas novas amiguinhas no armário da cozinha, o César chegou com meu presente de aniversário: uma adega climatizada para 20 garrafas. Nossa, corri pesquisar na internet sobre conservação de vinhos, sobre como guardar, temperatura, onde deixar a adeguinha... Resolvi que ficaria no escritório. É, tá bem aqui do meu lado. Só me falta um suporte para colocar umas taças estratégicas aqui perto do teclado...
Bom, muita gente sabe que embora eu trace tranquilamente uma garrafa de Sauvignon Blanc, meu preferido mesmo é um chileno Carmenère. Mas... eu não tinha experimentado muitos outros tipos de vinho, o que reduzia minha carta em poucos nomes: Merlot, Malbec, Cabernet Sauvignon, Assemblage e Chardonnay. No meio dessa compra desesperada do César, vieram duas garrafas de Aurora Varietal Pinot Noir, que eu tinha ouvido falar muito no filme Sideways, e estava doida pra experimentar. Levei pra casa da minha mãe, e abrimos eu e a Renata para ver o que seria a tal Pinot Noir. Achei levinho, fraquinho, aguadinho. Bom, já descobri algo então: eu gosto mais de uvas marcantes... Humm, que espetáculo!!
Depois disso eu tive uma indicação de um amigo: "compre um vinho uruguaio do tipo Tannat". Comprei. Fiquei morrendo de dó de abrir a garrafa. Comprei depois um Marcus James Reserva Especial da mesma uva. Nossa, muito bom... O uruguaio ainda está aqui, guardadinho na adega, e eu ainda estou sem coragem de abrir, mas tenho certeza que é mais gostoso que o Marcus James. (Que coisa, sempre ouvi falar que o vinho traduz a essência da sexualidade feminina. Mas lendo o que eu acabei de escrever nesse parágrafo, penso logo exatamente o contrário).
Querendo conhecer mais sobre vinhos mais marcantes, fui ao Extra e corri direto pra um sul africano (um VINHO), Shiraz - que um amigo da Mari indicou. Nossaaaa... agora sim estávamos chegando muito perto de uma possível Ingrid Winehouse. Acho que deixei o Carmenère no passado depois desse Shiraz. Sei que agora meu passatempo predileto é ficar horas em frente a garrafas de vinho no supermercado, escolhendo entre uvas que nunca experimentei e regiões internacionais. Estou com medo do vinho argentino - muita gente diz que não é bom. Mas como o último que experimentei também era o tal Pinot Noir, não pude constatar se o problema era a uva ou o país de origem.
Com isso tudo eu agora acabei que namoro vinhos, compro os que acho interessantes e a grande maioria está dentro da adega como se fosse uma jóia rara que eu fosse perder se abrisse. Não tenho coragem de abrir, então já penso logo em sempre comprar duas garrafas do que gostar: uma eu tomo e outra eu coloco no cofre climatizado. Opa, na adega climatizada...
Bom, vamos falar de vinhos. Lembra de um post que eu escrevi sobre vícios? Pois é, acabou a fase Melissa. Acho que agora entrei na fase vinhos. E pra quem pensa que é a bebum de plantão falando, se enganou...
Tudo começou com o curso de reciclagem do César no ICEA. Ele encontrou no ex-reembolsável uma promoção de vinhos de deixar qualquer bebum, ops... adorador de vinho de queixo caído e de bolsos mais leves. Trouxe para casa nada menos que 11 garrafas sortidas, aconselhado pelo Mário, que embora na minha opinião curta mais uma cervejinha, mas conhece muito mais de vinho do que eu.
Depois de empilhar minhas novas amiguinhas no armário da cozinha, o César chegou com meu presente de aniversário: uma adega climatizada para 20 garrafas. Nossa, corri pesquisar na internet sobre conservação de vinhos, sobre como guardar, temperatura, onde deixar a adeguinha... Resolvi que ficaria no escritório. É, tá bem aqui do meu lado. Só me falta um suporte para colocar umas taças estratégicas aqui perto do teclado...
Bom, muita gente sabe que embora eu trace tranquilamente uma garrafa de Sauvignon Blanc, meu preferido mesmo é um chileno Carmenère. Mas... eu não tinha experimentado muitos outros tipos de vinho, o que reduzia minha carta em poucos nomes: Merlot, Malbec, Cabernet Sauvignon, Assemblage e Chardonnay. No meio dessa compra desesperada do César, vieram duas garrafas de Aurora Varietal Pinot Noir, que eu tinha ouvido falar muito no filme Sideways, e estava doida pra experimentar. Levei pra casa da minha mãe, e abrimos eu e a Renata para ver o que seria a tal Pinot Noir. Achei levinho, fraquinho, aguadinho. Bom, já descobri algo então: eu gosto mais de uvas marcantes... Humm, que espetáculo!!
Depois disso eu tive uma indicação de um amigo: "compre um vinho uruguaio do tipo Tannat". Comprei. Fiquei morrendo de dó de abrir a garrafa. Comprei depois um Marcus James Reserva Especial da mesma uva. Nossa, muito bom... O uruguaio ainda está aqui, guardadinho na adega, e eu ainda estou sem coragem de abrir, mas tenho certeza que é mais gostoso que o Marcus James. (Que coisa, sempre ouvi falar que o vinho traduz a essência da sexualidade feminina. Mas lendo o que eu acabei de escrever nesse parágrafo, penso logo exatamente o contrário).
Querendo conhecer mais sobre vinhos mais marcantes, fui ao Extra e corri direto pra um sul africano (um VINHO), Shiraz - que um amigo da Mari indicou. Nossaaaa... agora sim estávamos chegando muito perto de uma possível Ingrid Winehouse. Acho que deixei o Carmenère no passado depois desse Shiraz. Sei que agora meu passatempo predileto é ficar horas em frente a garrafas de vinho no supermercado, escolhendo entre uvas que nunca experimentei e regiões internacionais. Estou com medo do vinho argentino - muita gente diz que não é bom. Mas como o último que experimentei também era o tal Pinot Noir, não pude constatar se o problema era a uva ou o país de origem.
Com isso tudo eu agora acabei que namoro vinhos, compro os que acho interessantes e a grande maioria está dentro da adega como se fosse uma jóia rara que eu fosse perder se abrisse. Não tenho coragem de abrir, então já penso logo em sempre comprar duas garrafas do que gostar: uma eu tomo e outra eu coloco no cofre climatizado. Opa, na adega climatizada...
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