Ontem à noite eu estava no MSN conversando com um amigo sobre café. Éramos dois viciados contando nossas aventuras em relação a um cafezinho bem passado, ou nossas odisséias para conseguirmos um. O fato é que café poderia ser caracterizado como droga, pelo menos pra mim. Se estou em casa por cinco dias, não vejo nem sombra de pó de café. Já se estou no trabalho... Desde a hora em que chego na torre, eu tenho que tomar um golinho. Se o café que está na garrafa foi feito pela equipe anterior no começo do turno deles, eu nem rendo a posição: se a equipe estiver completa, desço e preparo a gororoba líquida pra acalmar as lombrigas que me perseguem. Nem sempre sai legal: eu sempre ofereço o primeiro copinho pros meteoros de plantão para que eles provem. Minhas cobaias. Depois subo pra torre com a garrafa cheia.
O café já foi comparado por uma prima minha com o vinho. Peraí que eu explico: ouvi falar de um café onde os grãos são retirados do cocô de um bicho que parece um gato, torrados, moídos e vendidos por 270 dólares o quilo. O tal "gato" come os grãos, e o organismo do bichinho quebra as moléculas amargas do grão, então, assim dizem, o café sai quase doce quando coado. Mas 270 dólares??? Meio carinho, não? Mas não interessa: para uma viciada, eu pagaria por meio quilo da "hot stuff" pra experimentar. É onde entra a teoria dessa minha prima comparando o café ao vinho: ela acha que não adianta você pagar 100 reais numa garrafa de vinho se ainda não tem o paladar acostumado e apurado para sentir as notas daquele vinho em questão. Se você está acostumado com um Chalise (nusssa), vai tomar dois goles do Notas D Guarda Carmenère Santa Helena (meu sonho de consumo atual) e jogar o resto da taça na pia. Eu ainda não o comprei por esse motivo. E pelo motivo financeiro, claro... 200 reais a garrafa ainda não está a meu alcance. E ela acredita ser a mesma coisa com o café: se você não está acostumado a provar cafés diferentes, de outras regiões, não adianta pagar tudo isso pra talvez até se decepcionar com o gosto do café.
Bom, eu acho que pelo menos melhoramos bastante o nosso quesito café brasileiro, pelo menos na torre. O café que a empresa nos oferece se chama café Cereja. Conseguimos fazer uma degustação uma vez, exatamente como se faz com o vinho. Vinho você cheira, sente os aromas, difere cada nota, e acentua o paladar reconhecendo-os. Com o café também. O café Cereja é único e fácil de degustar. Você cheira e de imediato percebe o buquê de fumaça de alguma coisa não muito boa queimada. Fecha os olhos e experimenta um gole. A primeira nota é de feno... hum, dá pra sentir também a terra quase que de imediato. Joaninha... sim, esse sabor definitivamente é de uma joaninha. Tem um fundo de café também. Nossa... dá pra sentir várias coisas diferentes no café Cereja.
Meu Deus, deixa eu ir jantar que ganho mais...
O café já foi comparado por uma prima minha com o vinho. Peraí que eu explico: ouvi falar de um café onde os grãos são retirados do cocô de um bicho que parece um gato, torrados, moídos e vendidos por 270 dólares o quilo. O tal "gato" come os grãos, e o organismo do bichinho quebra as moléculas amargas do grão, então, assim dizem, o café sai quase doce quando coado. Mas 270 dólares??? Meio carinho, não? Mas não interessa: para uma viciada, eu pagaria por meio quilo da "hot stuff" pra experimentar. É onde entra a teoria dessa minha prima comparando o café ao vinho: ela acha que não adianta você pagar 100 reais numa garrafa de vinho se ainda não tem o paladar acostumado e apurado para sentir as notas daquele vinho em questão. Se você está acostumado com um Chalise (nusssa), vai tomar dois goles do Notas D Guarda Carmenère Santa Helena (meu sonho de consumo atual) e jogar o resto da taça na pia. Eu ainda não o comprei por esse motivo. E pelo motivo financeiro, claro... 200 reais a garrafa ainda não está a meu alcance. E ela acredita ser a mesma coisa com o café: se você não está acostumado a provar cafés diferentes, de outras regiões, não adianta pagar tudo isso pra talvez até se decepcionar com o gosto do café.
Bom, eu acho que pelo menos melhoramos bastante o nosso quesito café brasileiro, pelo menos na torre. O café que a empresa nos oferece se chama café Cereja. Conseguimos fazer uma degustação uma vez, exatamente como se faz com o vinho. Vinho você cheira, sente os aromas, difere cada nota, e acentua o paladar reconhecendo-os. Com o café também. O café Cereja é único e fácil de degustar. Você cheira e de imediato percebe o buquê de fumaça de alguma coisa não muito boa queimada. Fecha os olhos e experimenta um gole. A primeira nota é de feno... hum, dá pra sentir também a terra quase que de imediato. Joaninha... sim, esse sabor definitivamente é de uma joaninha. Tem um fundo de café também. Nossa... dá pra sentir várias coisas diferentes no café Cereja.
Meu Deus, deixa eu ir jantar que ganho mais...
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